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Mousasi sobre política do UFC: "Os bonzinhos ficam para trás; ninguém dá a mínima"

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Mousasi sobre política do UFC: "Os bonzinhos ficam para trás; ninguém dá a mínima"


Não é de hoje que os lutadores mais “falastrões” do UFC têm tido maior destaque na mídia e, como consequência, confrontos mais rentáveis dentro da organização. Conor McGregor, campeão de vendas do pay-per-view, é o melhor exemplo disso. Procurando se adaptar a essa “nova realidade”, Gegard Mousasi afirma que passou a ser mais franco nas entrevistas e que não se preocupa mais em ser visto como um “vilão”.

“Hoje em dia, os bonzinhos sempre ficam para trás. São os idiotas. Isso é entretenimento. É como uma novela, onde as pessoas gostam de ver drama e gostam de ver muitas coisas no Instagram. Não é só lutar. Se você é um vilão, as pessoas ficam interessadas em conhecê-lo. E eu posso atuar como um vilão, não preciso ser adorado. Se as pessoas me odeiam, vão querer me ver perder. As pessoas vão querer ver a razão pela qual nós lutamos e eu vou lhes dar essa razão”, disse Mousasi.

Questionado sobre esse novo comportamento, o peso-médio afirmou que não se trata de ser um ator ou um vendedor. Mas que apenas procura ser mais sincero nas entrevistas e que não precisa mais mostrar respeito ao adversário.

“Não estou promovendo nada. Só estou sendo eu mesmo e que agora percebo como as coisas funcionam. Sendo um cara calado e mostrando respeito ao adversário, ninguém liga a mínima. Descobri que não importa se sou educado ou não, humilde e respeitoso ou não. Agora, eu só falo o que sinto. Não estou vendendo nada, não sou um ator. Estou apenas sendo mais franco”, comentou o peso-médio.